- Royal Air Maroc está planejando fortalecer sua frota por meio de compras e locações planejadas até 2037.
- A primeira leva de aeronaves encomendadas através de um importante contrato está prevista para ser entregue a partir de 2028, totalizando quase 200 aeronaves até 2037.
De acordo com os objetivos estratégicos do Reino do Marrocos para os setores de aviação, turismo e negócios, a Royal Air Maroc está fortalecendo sua frota. A companhia aérea nacional está optando tanto por aluguel quanto por compra, com planos estendidos até 2037.
Segundo declarações atribuídas à imprensa local, ao seu CEO Abdelhamid Addou, a Royal Air Maroc (RAM) planeja receber os primeiros aviões encomendados como parte de uma grande licitação em andamento a partir de 2028. As propostas das fabricantes Boeing e Airbus estão atualmente sob avaliação, para um total de pedidos de quase 200 aviões até 2037.
Estima-se que cerca de 25% do pedido inclua aeronaves de fuselagem larga, com o restante sendo jatos de fuselagem estreita. A companhia aérea planeja receber em média 15 aeronaves por ano. Enquanto aguarda pelo ano de 2028, fortalecerá sua frota alugando até 13 aeronaves por ano. As aeronaves adquiridas permitirão que a empresa expanda sua rede para 143 destinos, contra cerca de 80 atualmente, multiplicando as conexões domésticas, regionais e intercontinentais. O objetivo é transportar 31,6 milhões de passageiros por ano, contra 7,2 milhões atualmente.
Essa operação faz parte do contrato-programa assinado com o governo marroquino, que torna a Royal Air Maroc um pilar da estratégia nacional de desenvolvimento de transporte aéreo e turismo. O Reino do Marrocos de fato aspira mais do que dobrar seu tráfego aéreo para alcançar 90 milhões de passageiros até 2035, de 32 milhões em 2024. Ao mesmo tempo, as autoridades planejam receber 26 milhões de turistas em 2030, frente a 17,4 milhões em 2024.
Para apoiar esse crescimento, elas também lançaram uma licitação para a construção de um novo terminal aeroportuário, capaz de aumentar a capacidade de processamento de 10,5 para 35 milhões de passageiros até 2029.
Henoc Dossa













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