Após uma vitória confortável nas eleições locais, o presidente Brice Clotaire Nguema apresentou, em 1º de janeiro de 2026, seu novo governo composto por 31 membros.
Hermann Immongault torna-se vice-presidente do governo, enquanto novas figuras-chave assumem os ministérios das Relações Exteriores e da Economia.
No Gabão, o presidente Brice Clotaire Nguema (foto) procedeu à formação do novo governo na quinta-feira, 1º de janeiro de 2026. A equipe governamental passa a contar com 31 membros, contra 30 anteriormente.
Hermann Immongault, até então ministro do Interior, foi nomeado vice-presidente do governo, função equivalente à de Primeiro-Ministro, substituindo Séraphin Moundounga. Hugues Alexandre Barro Chambrier assume o cargo de vice-presidente da República.
Entre os novos integrantes estão Marie-Édith Tassyla-Ye-Ndoumbénény, ex-embaixadora em Paris e ex-chefe do protocolo de Estado, agora ministra das Relações Exteriores; Clotaire Kondja, que assume o Ministério do Petróleo e Gás; e Thierry Minko, nomeado para o amplo Ministério da Economia, Finanças, Dívida e Participações.
Entre os que deixam seus cargos estão Henri-Claude Oyima, ex-ministro da Economia e Finanças; Régis Onanga Ndiaye, ex-ministro das Relações Exteriores; e Adrien Mougougou, até então ministro da Saúde.
Essa remodelação ocorre após as eleições locais (municipais, legislativas e senatoriais) realizadas em setembro e outubro, nas quais o poder vigente conquistou a maioria das cadeiras.
As expectativas para o novo governo são altas: manter a estabilidade política e econômica, consolidar as finanças públicas e agir eficazmente contra o aumento do custo de vida.
Segundo o Banco Mundial, a economia do país da África Central deve desacelerar para 2,4% no período 2025-2027, contra 2,9% em 2024, sendo impulsionada principalmente pelos setores de mineração, florestal e agrícola.
Lydie Mobio













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