O Ministério da Educação Nacional (MEN) do Mali firma parceria com a Autoridade de Proteção de Dados Pessoais (APDP) para fortalecer a segurança do sistema educacional
A iniciativa tem como objetivo melhorar a performance dos sistemas de informação educativos e sua conformidade com as exigências legais e éticas
No crescente contexto de digitalização da educação na África Ocidental, o reforço da segurança e da ética dos sistemas escolares torna-se crucial para proteger estudantes, educadores e usuários, contribuindo assim para a modernização do serviço público.
No Mali, o Ministério da Educação Nacional (MEN) firmou na sexta-feira, dia 7 de novembro, uma convenção de parceria com a Autoridade de Proteção de Dados Pessoais (APDP). A iniciativa tem como objetivo garantir o desempenho dos sistemas de informação educativos e sua conformidade com as exigências legais e éticas.
Por meio desta convenção, o MEN e o APDP comprometem-se a colaborar na formação de professores, orientadores e administradores na proteção de dados pessoais, e a auxiliar o MEN na adequação de seu tratamento de dados. Além disso, planejam a incorporação de módulos didáticos sobre proteção de dados nos programas educativos nacionais para sensibilizar estudantes e profissionais sobre estas boas práticas.
De acordo com o comunicado publicado na página do Facebook do MEN, ambos os parceiros trabalharão para implementar protocolos e procedimentos seguros na coleta, tratamento e conservação das informações escolares, a fim de proteger alunos, professores e usuários, permitindo-lhes operar em um ambiente digital seguro. O Ministro Amadou Sy Savane (foto, à esquerda) indicou que esta iniciativa é parte integral da visão de revitalização do sistema educacional defendida pelo governo, onde a governança digital é um pilar central da modernização.
Esta convenção de parceria surge em um momento em que o Mali está engajado em um processo de modernização rápida, com a recente adoção de uma aplicação web composta por 14 módulos para a gestão centralizada de inscrições, exames e presença em instituições de ensino. Segundo dados disponíveis, esta ferramenta já teria gerado uma economia de quatro bilhões de francos CFA (aproximadamente 7 milhões de dólares).
Félicien Houindo Lokossou













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