A Costa do Marfim multiplica as iniciativas para apoiar a sua transição digital. Entre as mais recentes destacam-se a formação dos atores do setor educativo em ferramentas digitais e em inteligência artificial (IA), bem como a implementação de serviços públicos online unificados.
Na Costa do Marfim, o Ministério da Transição Digital e da Inovação Tecnológica revelou, na terça-feira, 17 de março, cinco prioridades estratégicas para o ano em curso, por ocasião da abertura do exercício orçamental do ministério.
Estas prioridades incluem a democratização do acesso à Internet, com o objetivo de reduzir a fratura digital e facilitar o acesso dos cidadãos aos serviços digitais. O ministério pretende também otimizar a arrecadação de receitas do Estado através da implementação de soluções de pagamento digital. Prevê ainda reforçar as competências e a inclusão digitais, melhorar a cibersegurança e a confiança no ecossistema digital, bem como apoiar a inovação e a adoção de tecnologias emergentes.
«É essencial que asseguremos coletivamente uma execução ótima das nossas atividades, para alcançar os objetivos definidos no nosso Quadro de Desempenho 2026, contribuindo eficazmente para a transformação digital do nosso país», declarou Djibril Ouattara, ministro da Transição Digital.
Iniciativas concretas para reforçar competências e inovação
A transição digital constitui uma prioridade estratégica para a Costa do Marfim. Entre as iniciativas recentes do governo destacam-se a formação dos profissionais do setor educativo em ferramentas digitais e inteligência artificial, a criação de serviços públicos online integrados e a organização de eventos internacionais dedicados às tecnologias emergentes.
Neste contexto, o governo marfinense, em parceria com a Unesco e a cooperação alemã GIZ, lançou em março a segunda fase do projeto de Desenvolvimento das Competências Digitais dos Quadros e Professores (DCNPEE).
Para o exercício de 2026, o orçamento do Ministério da Transição Digital e da Inovação Tecnológica ascende a 83,2 mil milhões de francos CFA (145,2 milhões de dólares), contra 68,6 mil milhões de francos CFA em 2025.
Charlène N’dimon













Marrakech. Maroc