A epidemia de Ebola na República Democrática do Congo (RDC) está sob controle, com apenas um paciente ainda em tratamento, de acordo com Médicos Sem Fronteiras (MSF).
A União Europeia e a Organização Mundial da Saúde (OMS) assinaram um acordo de 8 milhões de euros para modernizar os sistemas de saúde na África subsaariana.
Em um resumo semanal de saúde, a Agence Ecofin relata que a epidemia de Ebola na RDC parece estar finalmente sob controle, enquanto Uganda registra progresso significativo contra o HIV e o Senegal fortalece a proteção financeira na saúde. Além disso, o Japão está apoiando a reconstrução do sistema de saúde na Etiópia, e consultas gratuitas estão melhorando o acesso aos cuidados de saúde no Togo.
Na RDC, a epidemia de Ebola na região de Kasai parece estar perto de um controle total. Segundo os últimos dados, 64 casos e 45 mortes foram registrados até 12 de outubro. A MSF relata que agora há apenas um paciente em tratamento em Bulape, uma das áreas mais afetadas.
Jean-Paul Mbantshi, chefe médico da região, diz que a mobilização nacional e o apoio internacional ajudaram a estabilizar a situação. A chegada de vacinas e suprimentos médicos acelerou a resposta após um início difícil devido à falta de financiamento. As autoridades esperam encerrar o acompanhamento dos últimos casos nos próximos dias.
A União Europeia e a OMS assinaram um acordo de 8 milhões de euros para modernizar os sistemas de saúde na África subsaariana. O projeto de três anos (2025-2028) apoia a implementação de soluções digitais interoperáveis, incluindo a Rede Global de Certificação de Saúde Digital (GDHCN), legado do certificado COVID da UE. Atualmente, apenas Benim, Cabo Verde, Seychelles e Togo participam. O objetivo é ampliar a cooperação, fortalecer a governança de dados e treinar equipes públicas.
Outros destaques incluem um declínio de 64% nas mortes relacionadas à AIDS em Uganda, refletindo significativo progresso na luta contra o HIV, e o lançamento de uma estratégia de saúde reprodutiva, materna e infantil na Namíbia, com o objetivo reduzir a mortalidade materna para 60 mortes por 100.000 nascimentos e mortalidade neonatal para 10 por 1.000 até 2030.












