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Com o projeto Univ Connect, a Guiné conecta suas universidades por fibra óptica

Com o projeto Univ Connect, a Guiné conecta suas universidades por fibra óptica
Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2026

Dar à juventude guineense os meios para se tornar uma mão de obra qualificada reconhecida internacionalmente faz parte das ambições do programa Simandou 2040. Diversas medidas importantes estão previstas para isso, com o apoio das tecnologias digitais.

Sob a presidência da ministra das Postas, Telecomunicações e Economia Digital, Rose Pola Pricemou, a Guiné lançou oficialmente, no final de dezembro de 2025, o projeto “Univ Connect”. Este projeto de interconexão por fibra ótica das instituições de ensino superior (IES), conduzido pela Agência Nacional do Serviço Universal de Telecomunicações e do Digital (ANSUTEN), visa fornecer aos campi do país uma infraestrutura de internet mais rápida, estável e segura.

Esta iniciativa representa um passo decisivo no apoio à evolução digital do setor educacional na Guiné e permitirá que nossas instituições ofereçam serviços acadêmicos de acordo com os padrões internacionais”, declarou a ANSUTEN.

Do ponto de vista operacional, 13 sites já estão conectados à fibra nacional. Nove estão totalmente funcionais, e quatro estão em fase de ativação. Além disso, quatro sites adicionais estão em fase de implementação. Ao final do programa, a conectividade e interconexão de 17 instituições de ensino superior permitirá criar uma rede universitária de alta velocidade e segura em todo o país.

Segundo a ANSUTEN, o projeto se insere na dinâmica de transformação digital impulsionada pelo governo no âmbito do programa socioeconômico sustentável Simandou 2040. O objetivo é fortalecer o acesso a uma infraestrutura digital moderna e confiável para universidades públicas e privadas em toda a Guiné.

Além do acesso à internet, a meta é criar uma verdadeira “rede acadêmica”, permitindo que as instituições compartilhem recursos e modernizem seus serviços. Univ Connect facilitará o acesso a bibliotecas digitais, plataformas de aprendizado online e ferramentas de pesquisa, além de melhorar a qualidade da interação entre quase 80.000 professores, pesquisadores e estudantes.

A interconexão abre caminho para usos mais intensivos: videoconferências, cursos híbridos, colaboração entre universidades, acesso a bases de dados científicas e hospedagem de aplicações pedagógicas. A médio prazo, essa base poderá apoiar plataformas nacionais de pesquisa e inovação.

Resta o desafio da sustentabilidade. O impacto de longo prazo dessa rede universitária dependerá da manutenção dos equipamentos, da robustez das redes internas nos campi, da disponibilidade de energia e da implementação de padrões de cibersegurança. Em outras palavras, a fibra ótica é apenas uma base: para alcançar os padrões internacionais desejados, será necessária também uma governança durável.

Muriel EDJO

 

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