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No Zimbábue, um novo parceiro chinês surge para a futura mina de ouro Dokwe Segundo

No Zimbábue, um novo parceiro chinês surge para a futura mina de ouro Dokwe Segundo
Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2025

Um estudo de pré-viabilidade publicado em 2022, Dokwe pode acolher uma futura mina de ouro capaz de produzir 65 000 onças por ano durante uma vida útil de 13 anos. Num contexto de mercado em alta, a operadora Ariana Resources multiplica iniciativas para fazer avançar o seu desenvolvimento.

No Zimbábue, a empresa mineira júnior Ariana Resources concluiu um acordo de princípio com a chinesa Hongkong Xinhai Mining Services Ltd, com vista a uma parceria no desenvolvimento do projeto aurífero Dokwe. De acordo com a nota publicada na terça-feira, 9 de dezembro, esta colaboração deverá incluir apoio financeiro e técnico deste novo interveniente nos esforços em curso para aproximar esta futura mina da produção.

Em detalhe, a Xinhai prevê fornecer um investimento imediato de 8 milhões de dólares australianos (cerca de 5,3 milhões USD) à Ariana Resources, em troca de participações no seu capital. A isso junta-se a disponibilização dos seus serviços técnicos para um programa de amostragem e testes metalúrgicos em Dokwe, bem como a realização do estudo de viabilidade definitivo atualmente em curso. O acordo ainda não é vinculativo, com ambas as partes devendo finalizar os termos até 31 de janeiro de 2026 para chegar a um acordo definitivo.

«Estamos satisfeitos por estabelecer uma parceria de longo prazo com a Ariana Resources graças a este investimento estratégico no projeto aurífero Dokwe, no Zimbábue. Esta iniciativa demonstra o compromisso da Xinhai em desenvolver ativos mineiros de alta qualidade e longa duração em regiões emergentes. Estamos convencidos do forte potencial geológico deste projeto, que se enquadra totalmente na nossa visão de um crescimento responsável e orientado pela tecnologia», declarou Yunlong Zhang, presidente da Xinhai.

Com esta iniciativa, a empresa chinesa pretende envolver-se num dos principais novos projetos auríferos em desenvolvimento no Zimbábue. Segundo o estudo de pré-viabilidade de 2022, Dokwe pode albergar uma mina capaz de produzir anualmente 65 000 onças de ouro ao longo de 13 anos, com um investimento inicial de 82 milhões USD — parâmetros que podem evoluir com o estudo de viabilidade que deverá ser confiado à Xinhai após a conclusão do acordo.

Note-se ainda que este interesse por Dokwe coincide com o prolongado mercado altista do ouro, cujo preço aumentou 56% desde janeiro, segundo a Trading Economics. Um contexto que incentiva novos investimentos no metal precioso, como demonstra a oferta de aquisição da Chengtun Mining pela Loncor (operadora do depósito de ouro Adumbi na RDC), apresentada em outubro passado.

Enquanto se aguardam novas atualizações sobre a parceria Xinhai–Ariana Resources em torno de Dokwe, importa salientar que os investidores chineses já estão muito ativos no setor mineiro zimbabuano. Esta forte participação observa-se particularmente na fileira do lítio, com atores como Sinomine e Zhejiang Huayou Cobalt.

Aurel Sèdjro Houenou

 

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