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Preços alimentares mundiais começam 2026 em queda

Preços alimentares mundiais começam 2026 em queda
Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2026

Os cereais, a carne, os óleos vegetais, o açúcar e os produtos lácteos são os principais produtos comercializados no mundo. A evolução dos seus preços é um indicador das tensões nos mercados internacionais.

O ano de 2026 começou sob o signo de alívio nos preços alimentares mundiais.

Segundo um comunicado da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), publicado na sexta-feira, 6 de fevereiro, o índice global que acompanha a evolução dos preços internacionais das commodities situou-se em 123,9 pontos em janeiro, 0,4% abaixo do nível de dezembro.

Esta ligeira queda permite que o barómetro registre o quinto mês consecutivo de baixa. Em detalhe, a FAO indica que os índices do açúcar, produtos lácteos e carne caíram, respetivamente, 1%, 5% e 0,4% em relação a dezembro, compensando assim a subida nos dois outros produtos.

O índice dos óleos vegetais situou-se em média em 168,6 pontos em janeiro, registando um ganho mensal de 2,1% face a dezembro e 10,2% acima do valor de um ano atrás. Esta tendência está principalmente ligada à subida dos preços da soja, girassol e óleo de palma, sendo que este último registou uma segunda subida mensal consecutiva devido à redução sazonal da produção no Sudeste Asiático e à forte procura de importação, resultado da melhoria da competitividade dos preços.

No caso dos cereais, a subida foi mais moderada, com 0,2% acima de dezembro. Os preços do trigo mantiveram-se relativamente estáveis em janeiro, enquanto os do milho caíram devido à forte disponibilidade global, que compensou os efeitos de uma elevada procura, nomeadamente para etanol nos EUA, e às incertezas climáticas no Brasil e na Argentina.

Esta queda dos preços em janeiro ocorre após um ano de 2025 marcado por subidas globais dos preços, que colocaram fim a dois anos consecutivos de retração. Segundo a FAO, as perspetivas continuam favoráveis para os cereais, com uma produção estimada em 3,02 mil milhões de toneladas em 2025, impulsionada por volumes recorde de trigo, milho e arroz. O rácio global stocks‑utilização de cereais deverá atingir o nível mais alto desde 2001, situação que limita os riscos de escassez e de aumento abrupto dos preços nos mercados.

Espoir Olodo

 

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