A Agência de Desenvolvimento da Filiera da Mandioca (ADFMA) firmou parceria com o Centro Regional de Excelência contra Fitopatógenos Transfronteiriços (WAVE) para melhorar a produtividade e reduzir perdas pós-colheita, que chegam a 40% da produção nacional.
Enquanto a produtividade deveria variar entre 25 e 35 toneladas por hectare, os agricultores colhem em média apenas 10 a 18 toneladas. Doenças como o mosaico da mandioca e a “cassava brown streak disease” agravam a situação.
O setor da mandioca é estratégico, com contribuição estimada em 514 bilhões de FCFA (cerca de US$ 850 milhões) para a economia marfinense.